quinta-feira, 11 de junho de 2009

Adolescência e madurescência

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Ando pensando nesta fase tão polêmica da vida que é a adolescência.
Um pouco por causa do Pedro, que está de fato entrando na "pré": a mente sempre viajando, os questionamentos cada vez maiores, a sensação de que ninguém o entende surgindo. Bate-boca, argumentos sem fim, duas ou três espinhas, ipod.
Uma oportunidade de relembrar a minha adolescência, perceber o quanto ficou lá no passado. Bom pra entender o que o Pedro vai começar a viver. E o que a minha mãe já passou!
Daí, outro dia, relembrando a fase com as minhas grandes companheiras reunidas, surgiu o registro das DBPs, 19 anos depois. E a Carine acaba de me enviar a foto ... uauuu, o tempo passa!
Eu tinha que postar! E se alguém me mandar uma foto das antigas, eu posto pra gente comparar e rir.
(na foto também tem a Mirtes, que não era da turma e falta a Cris)

sábado, 6 de junho de 2009

Generosidade faz diferença

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Tem uma revista que eu assino há uns três anos e adoro. A Vida Simples. Acho uma preciosidade, porque sempre me faz pensar no que realmente importa.
Tem uma matéria, na coluna do Eugênio Mussak do mês de maio, que é uma veradeira pérola. Ela fala sobre a generosiadade e a importância que as pessoas generosas têm neste mundo individualista. Vou transcrever dois trechos, mas recomendo a matéria inteira.
"Ser generoso é estar disponível. Ter disposição para dar de si para quem não tem e está precisando mais do que ele. O generoso não compartilha o que está sobrando, reparte o que tem , sua melhor parte. Tira de si para dar ao outro, e por isso às vezes é acusado de ser bobo ou imprevidente. Mas não é, acredite. Ele age assim porque é de sua natureza".
...
"Pessoas gfenerosas fazem bem ao planeta, pois têm a consciência de que tudo esté ligado a tudo e que todas as nossas ações repercutem no mundo, nas pessoas e em nós mesmos. Pessoas generosas são altamente necessárias ao equilíbrio da natureza e da humanidade. As pessoas generosas seguram o pau da barraca da humanidade, que abriga inclusive aquelas que tentam atear fogo na lona".
Um obrigada a tantos generosos que tenho ao meu redor, especialmente minha mãe e também ao meu pai, não mais aqui, mas presente nos exemplos.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Amizade, by Cris

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Recebi da Cristiane, minha querida amiga gravidinha do momento. E achei que merece ser publicado. É isso mesmo, Cris. É assim que eu sinto, também.
"Quando eu era pequena, acreditava no conceito de uma melhor amiga...Agora como mulher, descobri que, se você permitir que seu coração se abra,você encontrará o melhor em muitas amigas.
É preciso de uma amiga quando você está com problemas com seu amor. É preciso de outra amiga quando você está com problemas com sua mãe ou com a sua família. Uma outra quando você quer fazer compras, compartilhar, curar, ferir,brincar ou apenas ser.Uma amiga dirá "vamos orar", uma outra "vamos chorar", outra "vamos lutar"ou "vamos fugir”.Uma amiga atenderá às suas necessidades espirituais, uma outra à sua loucura por sapatos, uma outra à sua paixão por filmes, outra estará com você em seus períodos confusos, outra será a luz e uma outra será o vento sob suas asas. Mas onde quer que ela se encaixe em sua vida, independente da ocasião, do dia ou de quando você precisa, seja com seus tênis e cabelos presos, ou para impedir que você faça uma loucura... Todas essas são suas melhores amigas.
...
E hoje, olho ao meu redor e vejo em cada amiga um pouco de mim mesma... Tem aquela que me ajuda a perseverar no meu crescimento espiritual, tem a outra que finge ser uma fortaleza, mas tem o encanto e a delicadeza, tem aprática na qual me inspiro meu dia-a-dia, tem a zen que me ajuda aencontrar meu equilíbrio, tem a que fala na lata e me põe no prumo, tem a ríspida que me faz enxergar o meu excesso de frescura, e tem todas as outras das quais morro de saudades, porque são minhas irmãs do coração, que fizeram parte do meu dia a dia e as tornaram melhores e cuja lembrança ainda me faz sentir melhor"...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Pausa para a saudade

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Bem, meu sumiço nestes dias tem um motivo triste. E só agora consigo escrever sobre isso:
A partida da minha avó desta vida.
Tudo aconteceu rápido, inesperado, mas não tão depressa que não tenha dado tempo para os protocolos do coração: Susto, medo, expectativa, tristeza, despedida, sofrimento, orgulho, ressaca, nostalgia.
Neste processo me dei conta de que ela foi para mim uma referência à distância, de força, alegria, suavidade, energia positiva, dedicação, doação e simplicidade.

Ela teve o Dia das Mães para se despedir dos filhos e netos. E então partiu, suavemente.
Deixou uma família de pessoas nobres, pacíficas e verdadeiras. Não poderia haver mais lindo legado.
Obrigada, vó.

terça-feira, 5 de maio de 2009

As bagagens dos pequenos

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Estava pensando que tem tantas coisas legais pra falar da viagem, que vou transformar o que considero o mais importante em dicas, pra quem quiser aproveitar ou apenas conhecer as minhas descobertas ou mancadas. Vamos lá, então:

DICA 1: Malas estourando
Essa é especial para todas as amigas que são mães. Porque eu já me considero descolada com a minha mala, sempre muito objetiva, com tênis, casaquinhos e coisas básicas pra facilitar. Mas como mãe de uma menina que nem completou 2 anos, eu entrei em pânico... Lembram que falei de tuuuudo o que eu tive que arrumar para a Luiza? Pois então, metade daquilo eu não usei. Então, não exagerem nas bagagens. A gente quer dar uma de precavida, pronta pra tudo e na verdade lá na hora acaba ficando tudo mais simples do que a gente imagina. Dá, sim, pra levar só um casaco de nylon, dá pra eles usarem denovo a mesma roupinha, dá pra comprar coisinhas que possam faltar, o que é muito mais divertido e você vai querer que eles usem no mesmo dia, de preferência.
Agora, uma coisa que foi ótima: levar as papinhas. Porque lá encontrei umas marcas diferentes, com um gosto terrível que a Lu odiou e não comeu. Sorte ter levado. (sabedoria da sogra, que valeu!)
Cheguei à conclusão de que podia ter levado a metade de roupas pra ela. E os brinquedos também, já levei pouquinho, mas dava pra ser menos ainda, porque a gente sempre acaba comprando alguma coisinha, faz parte da diversão, e é claro que eles vão preferir as novidades.
Então, amigas, não se estressem muito com isso.
Outra coisa: os maridos reclamam bastante, mas eu insisto, depois eles vão concordar: levem uma bolsinha bem pequena, de mão, onde caiba papinha, bolachas, água, guradanapos de papel, lápis e papel, um brinquedinho pequeno, fralda e lenços umedecidos. É muito útil, no aeroporto, no avião e passeios, pois a gente carrega na mão o tempo todo e fica fácil e prático. Daí a mochila com o kit de sobrevivência completo, que acaba sendo um trambolho, fica guardada no carrinho ou no bagageiro.
E pra finalizar: nunca viaje sem carrinho. Nem que a criança tenha 5 anos. Pelo amor de Deus, é a salvação de toda a família, para a criança descansar enquanto a gente faz centenas de quilômetros, ou enquanto esperamos o vôo no aeroporto, ou quando a gente faz as comprinhas básicas e quer se livrar das sacolas!!
Ah, mais uma coisa! Viajar com as crianças é o máximo! Tenham coragem e encarem, vale a pena cada minuto. É emocionante dividir as coisas com eles.


Meu mundo

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Eu poderia contar muitas coisas sobre esses 10 dias de viagem. Mas hoje vou fazer diferente. Vou contar o quanto me faz feliz voltar pra casa. Viajar é uma das coisas mais maravilhosas de se fazer na vida, na minha opinião. Mas voltar para casa da gente, pro espaço que a gente tem no mundo, que é só nosso, faz tanto bem ao coração!
No retorno a gente percebe como tem sentido a história de ter a nossa casinha, com a nossa cara, nosso quarto, nossas coisinhas, nosso sofá, nosso programa de TV preferido, nosso jeito de fazer café e passar manteiga no pão... Será que isso é mania de quem tá ficando velha?
Acho que não. Acho que isso é o nosso referencial, nosso ponto de partida e chegada, nossa segurança materializada.
Isso sem falar em voltar para nossa turma, nossas pessoas amadas... que saudade dos meus rituais, meu chimarrão com as "gurias" e dos papos com a minha mãe. Que saudades das meninas da Nova, da vibração do meu trabalho.
Gente, acabo de retornar de lugares do mundo que são um sonho (outra hora vou contar sobre eles) e estou amando relembrar como me sinto bem no meu lugar no mundo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Hello everybody!

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Gente, estou postando aqui da loja da Apple, em plena Quinta Avenida, em frente ao Central Park, que emocao, que tal? (sorry, mas o Mac Book que estou usando nao tem os acentos configurados)
A cidade e o maximo, of course. Mas o que tem me impressionado e confirmar o quanto a gente esta num mundo que e, na verdade, muito pequeno. Todos se cruzam aqui. Inclusive uma turma de chapeconses que encontramos ja no aviao. A globalizacao fez com que a gente se sinta em casa tao longe de casa. Ha 10 anos era uma coisa surpreendente pra mim os mega edificios, as mega lojas tematicas, as comidas tipicas. Agora a gente encontra tudo em tantos lugares, nao e?
Entao fico pensando que a diferenca entre os mentecaptos que viajam pelo mundo e as pessoas que sao verdadeiros cidadaos do mundo esta na mente, na atitude. Acho que o mais lindo e ser capaz de ver a beleza real de cada cultura, observa-la, curtir, experimentar, mimetizar-se.
Bom, gente, la vou eu again. Beijos!
 

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