às
23:33
Alguns fatos que aconteceram nesses dias e especialmente as reflexões que ficaram do filme Jardim Secreto e dos depoimentos do Steve Jobs me fizeram pensar. Sobre mudança. E sobre a coragem de correr o risco e de aceitar o fim como espaço para o novo...
Para mim o filme fala sobre romper a linha do estabelecido, abrir as portas para a nova atitude. Questionar o paradigma/ paradoxo de que o menino doente e tido como aleijado deve perder a chance de viver, para que possa continuar vivo.
O paradigma de que as coisas devem continuar como são, por que é assim que deve ser. Humm, quem determina isso? Quem é o senhor das decisões da nossa vida, do nosso mundo?
Quando a gente muda, tudo muda ao redor de nós. Isso é fato. Então, quem sabe temos que ser nós a tomar a iniciativa do primeiro passo.
Você já pensou que ao invés de causar um grande impacto (um grande cataclisma) ao assumirmos as rédeas e dizermos "opa, dessa vez eu quero seguir por esse caminho", pode acontecer o inverso e os "condutores" podem passar as rédeas para a gente, em reverência? E até acabarem se sentido aliviadíssimos porque finalmente estão livres do sentimento de responsabilidade a até de culpa por guiarem nosso destino?
Penso muito nisso.
Pensei muito também nessa questão de superproteção dos frágeis, quando tive que conviver com situações de doença e a decisão de até onde deve ir a precaução para evitar o risco. Até onde ela é benéfica e onde inibe a vida de fluir, com todos os riscos, mas também todas as surpresas maravilhosas que ela nos traz.
Enfim, ainda dá pra traçar um paralelo entre esse "viver o risco", aceitar a morte e o Sr. Steve Jobs. Que grande descoberta que esse homem foi para mim, agora, depois de morto. Um homem que aprendeu a ver a presença da própria morte como uma grande oportunidade de renovação, de geração do novo. Que sabedoria, que leveza diante do seu próprio drama. A frase completa, já super-divulgada e que me marcou: "A morte é talvez a melhor invenção da vida. É o agente que faz a vida mudar. É eliminar o velho para dar espaço para o novo."
Que venha o novo!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Morte, vida e mudança
1 comentários
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Rachel Kleinubing
Alguns fatos que aconteceram nesses dias e especialmente as reflexões que ficaram do filme Jardim Secreto e dos depoimentos do Steve Jobs me fizeram pensar. Sobre mudança. E sobre a coragem de correr o risco e de aceitar o fim como espaço para o novo...
Para mim o filme fala sobre romper a linha do estabelecido, abrir as portas para a nova atitude. Questionar o paradigma/ paradoxo de que o menino doente e tido como aleijado deve perder a chance de viver, para que possa continuar vivo.
O paradigma de que as coisas devem continuar como são, por que é assim que deve ser. Humm, quem determina isso? Quem é o senhor das decisões da nossa vida, do nosso mundo?
Quando a gente muda, tudo muda ao redor de nós. Isso é fato. Então, quem sabe temos que ser nós a tomar a iniciativa do primeiro passo.
Você já pensou que ao invés de causar um grande impacto (um grande cataclisma) ao assumirmos as rédeas e dizermos "opa, dessa vez eu quero seguir por esse caminho", pode acontecer o inverso e os "condutores" podem passar as rédeas para a gente, em reverência? E até acabarem se sentido aliviadíssimos porque finalmente estão livres do sentimento de responsabilidade a até de culpa por guiarem nosso destino?
Penso muito nisso.
Pensei muito também nessa questão de superproteção dos frágeis, quando tive que conviver com situações de doença e a decisão de até onde deve ir a precaução para evitar o risco. Até onde ela é benéfica e onde inibe a vida de fluir, com todos os riscos, mas também todas as surpresas maravilhosas que ela nos traz.
Enfim, ainda dá pra traçar um paralelo entre esse "viver o risco", aceitar a morte e o Sr. Steve Jobs. Que grande descoberta que esse homem foi para mim, agora, depois de morto. Um homem que aprendeu a ver a presença da própria morte como uma grande oportunidade de renovação, de geração do novo. Que sabedoria, que leveza diante do seu próprio drama. A frase completa, já super-divulgada e que me marcou: "A morte é talvez a melhor invenção da vida. É o agente que faz a vida mudar. É eliminar o velho para dar espaço para o novo."
Que venha o novo!
às
13:25
Há alguns anos, a minha cunhada, toda feliz, me entregou um presente que chegou em um momento perfeito. Me fez bem. Ela me contou o elogio que eu havia recebido de uma conhecida, uma pessoa bem distante do meu convívio. Me causou surpresa e me deixou tão animada! Então comentei com ela que é uma pena que as pessoas guardem pra si esse tipo de impressão. Que muitas vezes as pessoas não ficam sabendo disso, nem imaginam que são motivo de admiração, carinho, enfim.
Desde então fui formatando minha opinião sobre essa questão.
Penso que esta é a base da generosidade. Porque quando gostamos, amamos, admiramos ou temos uma opinião positiva sobre alguém isso pertence a essa pessoa. Se o sentimento gerado foi motivado pela pessoa ou por sua ação, ele deixa de ser de quem sente e passa a pertencer a quem despertou e conquistou o direito sobre esse sentimento.
E o que temos que fazer é simples: DAR. Entregar ao outro. Deixar que ele saiba. Presenteá-lo com essa boa impressão, essa dádiva. Isso pode mudar o seu dia, a sua vida!
E isso vale em tudo. No trabalho, no amor, na família, nas amizades e entre desconhecidos.
Um exercício ótimo é elogiar um desconhecido. Porque é o elogio mais verdadeiro e gratuito que existe.
Mas eu não falo só de elogio, falo de amor. Falo de entregar o que é do outro.
Se você ama, entregue seu sentimento ao outro. Não guarde como uma jóia do seu tesouro pessoal, que você só usa em ocasiões muuuito raras, ou como instrumento de barganha. Esse tesouro não é nosso, é do outro. E quando entregamos ao outro iniciamos um ciclo retro-alimentável e infinito de energias positivas.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Generosidade em ação
11comentários
Postado por -
Rachel Kleinubing
Há alguns anos, a minha cunhada, toda feliz, me entregou um presente que chegou em um momento perfeito. Me fez bem. Ela me contou o elogio que eu havia recebido de uma conhecida, uma pessoa bem distante do meu convívio. Me causou surpresa e me deixou tão animada! Então comentei com ela que é uma pena que as pessoas guardem pra si esse tipo de impressão. Que muitas vezes as pessoas não ficam sabendo disso, nem imaginam que são motivo de admiração, carinho, enfim.
Desde então fui formatando minha opinião sobre essa questão.
Penso que esta é a base da generosidade. Porque quando gostamos, amamos, admiramos ou temos uma opinião positiva sobre alguém isso pertence a essa pessoa. Se o sentimento gerado foi motivado pela pessoa ou por sua ação, ele deixa de ser de quem sente e passa a pertencer a quem despertou e conquistou o direito sobre esse sentimento.
E o que temos que fazer é simples: DAR. Entregar ao outro. Deixar que ele saiba. Presenteá-lo com essa boa impressão, essa dádiva. Isso pode mudar o seu dia, a sua vida!
E isso vale em tudo. No trabalho, no amor, na família, nas amizades e entre desconhecidos.
Um exercício ótimo é elogiar um desconhecido. Porque é o elogio mais verdadeiro e gratuito que existe.
Mas eu não falo só de elogio, falo de amor. Falo de entregar o que é do outro.
Se você ama, entregue seu sentimento ao outro. Não guarde como uma jóia do seu tesouro pessoal, que você só usa em ocasiões muuuito raras, ou como instrumento de barganha. Esse tesouro não é nosso, é do outro. E quando entregamos ao outro iniciamos um ciclo retro-alimentável e infinito de energias positivas.
às
20:22
Toda vez que faço uma viagem fico pensando em quanta coisa legal e curiosa deveria registrar e contar. Daí volto no maior agito, uma correria danada pra retomar as coisas do trabalho e acabo deixando prá lá.
Mas dessa vez vou falar um pouquinho sobre o Chile.
Passamos lá 7 dias. Foi uma viagem deliciosa, e consideramos a época perfeita para ir com as crianças e curtir a emoção de subir a Cordilheira dos Andes, ver neve para todos os lados e "tentar" esquiar.
Ficamos em Santiago do Chile e também visitamos Val Paraíso e Viña Del Mar.
Santiago é uma cidade impressionante. Pelo tamanho, pelo desenvolvimento e pelas opções de lugares legais de conhecer e curtir. Não tem o valor histórico da Europa, nem o seu romantismo, não se parece nada com a Buenos Aires boêmia.. mas eu diria que é uma mistura das duas e um pouco de São Paulo ou Nova York.
Podem me chamar de maluca, mas é que a cidade é tão grande que tem um clima diferente em cada pedaço!
Por isso eu adorei a viagem. Talvez por isso que tanto brasileiro procure Santiago para as férias do meio do ano.
Curtimos um monte também o fato de levar as crianças. Para eles, a grande atração foi ver a neve, tocar, cair, brincar e também a aula de ski, na qual, diga-se, fui um fiasco completo!
Por que ninguém nunca me contou que era tão insuportavelmente desconfortável vestir aquelas botas e ainda por cima ter que sair andando??? Elas são inclinadas para a frente e vc tem que se equilibrar, caminhar e manter os joelhos flexionados o tempo inteiro. É demais para mim, requer mais neurônios e disposição muscular do que eu tenho disponível na flor dos 36.
Mas, enfim, depois de meia hora de aula, um professor desistente, 219 tombos, muitas risadas, vários gritos e alguns"encavalamentos" em outros alunos, tirei uma foto linda... dá pra enganar todo mundo dizendo que eu sou uma intrépida esquiadora. (Ops, agora não mais...) Vejam abaixo a elegância, o domínio do equipamento e a supremacia técnica... e outra hora conto mais.
sábado, 17 de setembro de 2011
Tombos no Chile
2comentários
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Rachel Kleinubing
Toda vez que faço uma viagem fico pensando em quanta coisa legal e curiosa deveria registrar e contar. Daí volto no maior agito, uma correria danada pra retomar as coisas do trabalho e acabo deixando prá lá.
Mas dessa vez vou falar um pouquinho sobre o Chile.
Passamos lá 7 dias. Foi uma viagem deliciosa, e consideramos a época perfeita para ir com as crianças e curtir a emoção de subir a Cordilheira dos Andes, ver neve para todos os lados e "tentar" esquiar.
Ficamos em Santiago do Chile e também visitamos Val Paraíso e Viña Del Mar.
Santiago é uma cidade impressionante. Pelo tamanho, pelo desenvolvimento e pelas opções de lugares legais de conhecer e curtir. Não tem o valor histórico da Europa, nem o seu romantismo, não se parece nada com a Buenos Aires boêmia.. mas eu diria que é uma mistura das duas e um pouco de São Paulo ou Nova York.
Podem me chamar de maluca, mas é que a cidade é tão grande que tem um clima diferente em cada pedaço!
Por isso eu adorei a viagem. Talvez por isso que tanto brasileiro procure Santiago para as férias do meio do ano.
Curtimos um monte também o fato de levar as crianças. Para eles, a grande atração foi ver a neve, tocar, cair, brincar e também a aula de ski, na qual, diga-se, fui um fiasco completo!
Por que ninguém nunca me contou que era tão insuportavelmente desconfortável vestir aquelas botas e ainda por cima ter que sair andando??? Elas são inclinadas para a frente e vc tem que se equilibrar, caminhar e manter os joelhos flexionados o tempo inteiro. É demais para mim, requer mais neurônios e disposição muscular do que eu tenho disponível na flor dos 36.
Mas, enfim, depois de meia hora de aula, um professor desistente, 219 tombos, muitas risadas, vários gritos e alguns"encavalamentos" em outros alunos, tirei uma foto linda... dá pra enganar todo mundo dizendo que eu sou uma intrépida esquiadora. (Ops, agora não mais...) Vejam abaixo a elegância, o domínio do equipamento e a supremacia técnica... e outra hora conto mais.
às
20:33
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Coletiva em São Paulo
2comentários
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Rachel Kleinubing
às
23:35
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Ainda sobre NY
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Rachel Kleinubing
Fotos da abertura da exposição em NY (que eles chamam de show) que a Mirian registrou com tanto carinho para que eu pudesse curtir daqui.
Pra fechar, Mirian, Marta Spagnol e Silvana Annes e eu representada lá atrás!
às
23:05
domingo, 29 de maio de 2011
Vídeo em NY
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Rachel Kleinubing
Emoção do fim de semana: ver a exposição em NY, ao vivo. A Marta, a Mirian e a Silvana. E as fotos atrás do piano, enquanto o pianista Luis Simas (brasileiro que vive em Nova York há 20 anos) arrasava tocando um choro chamado Saltitante.
essse é o link:
como o vídeo é bem longo, as fotos estão em: 01:09:05
http://brazilianendowment.org/Videos-OnLine.php
essse é o link:
como o vídeo é bem longo, as fotos estão em: 01:09:05
http://brazilianendowment.org/Videos-OnLine.php
às
12:36
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Arte chapecoense na mídia
1 comentários
Postado por -
Rachel Kleinubing
Que legal!! Tem uma onda de gente divulgando a nossa participação na exposição em New York. Obrigadaaaaa!
Quem quiser conferir, abaixo tem os links do que saiu na web.
Nota no Blog Juliana Wosgraus - DC / 25/05
Blog Artitude
Entrevista para Juliana Wosgraus - Caderno Donna / Diário Catarinense / 22/05
Nota no Jornal A Notícia - 25/05
Site da BEA Art Galery
Quem quiser conferir, abaixo tem os links do que saiu na web.
Nota no Blog Juliana Wosgraus - DC / 25/05
Blog Artitude
Entrevista para Juliana Wosgraus - Caderno Donna / Diário Catarinense / 22/05
Nota no Jornal A Notícia - 25/05
Site da BEA Art Galery
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