Tem um livro que é muito especial pra mim: A Dança, de Oriah Mountain Dreamer. Fala sobre reconhecer, aceitar e acompanhar o ritmo do verdadeiro eu. Adoro recomedá-lo, pois acredito que uma das dificuldade da gente, é aceitar-se e querer ser profundamente verdadeiro. Ao invés de usar personagens e máscaras para ser amado e aceito.
Então, voltando pra coisa que vou fazer... vou publicar em pequenas pílulas as estrofes do prelúdio/poema que abre o livro. Que pra mim já já diz tanto e provoca tanta reflexão, que vale por um livro inteiro.
Daí pensei que você (sim, você!) poderia participar com palavras, frases ou textos sobre o que cada trecho causa em você. Assim a gente cria uma mão dupla e refletimos juntos sobre o quanto é lindo ser a gente mesmo. Topa a brincadeira? Vê lá, não me deixe na mão, senão vai ficar feio pra mim.
Então lá vai a primeira parte:
"E se, na verdade, não importa o que você faz e sim como você faz, seja lá o que for?
Como isso mudaria o que você decidiu fazer com sua vida?
Como isso mudaria o que você decidiu fazer com sua vida?
E se você pudesse ser mais presente e ter uma atitude mais acolhedora com cada pessoa que encontrasse, se, em vez de estar fazendo um trabalho que achasse importante, estivesse trabalhando como caixa de uma pequena loja ou recepcionista de um estacionamento?
Como isso mudaria o modo como você quer passar seu precioso tempo neste planeta?"
Como isso mudaria o modo como você quer passar seu precioso tempo neste planeta?"


